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Um dos procedimentos mais realizados para se obter o ejuvenescimento principalmente da face.

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Só para as magras

A minilipo elimina gorduras de quem quase não tem gorduras

Não adianta: diante do espelho, até mesmo as deusas, aquelas mulheres que as outras invejam e sonham emular, choramingam gordurinhas indesejáveis.

Para elas, principalmente, o receituário de intervenções estéticas criou a minilipo, uma versão reduzida da lipoescultura que se dissemina em menos tempo do que se leva para dizer “não agüento mais essa dobrinha”. “Há dois anos eu fazia duas por mês. Agora faço vinte”, diz o cirurgião plástico Rodrigo Gimenez, professor assistente de cirurgia plástica da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas.

A minilipo começou como parte integrante da lipo tradicional: quem já estava internado, sob anestesia, removendo litros de gordura, aproveitava para dar uma sugada em áreas próximas das axilas, numa discreta papada, na “almofadinha” dos joelhos...

Pronto: inventou-se uma especialidade. Com uma cânula de apenas 2 milímetros (metade da convencional), o médico aspira mililitros de gordura dos pequenos depósitos – nada que a balança acuse, mas o suficiente para deixar um corpo bem-feito ainda melhor.

Os problemas mais visados são o efeito “ovo frito” em volta do umbigo e os “pneus” laterais, contando que reduzidos. “Ninguém achava que eu precisava”, conta a empresária Maria do Carmo Gianneti, 25 anos, 1,79, 66 quilos, ginástica cinco vezes por semana desde os 16, implicância eterna com “excessos” quase indetectáveis na barriga e nas coxas. “Fui sedada, dormi e acordei magra”, comemora depois de uma minilipo no abdômen – nas coxas o cirurgião não achou o que tirar.

O procedimento é feito em consultório, com anestesia local. Não há necessidade de repouso, mas a área fica roxa por uns vinte dias e a cinta é, sim, obrigatório (quando aplicável).

A minilipo, ou lipo light, também é a saída para as lindas, porém preguiçosas. “Não gosto de academia, mas queria ter a barriga seca”, diz Helen Ganzarolli, ajudante de palco do Programa do Gugu, que aspirou imperceptíveis pneuzinhos.

Homens também recorrem tanto à lipo quanto à minilipo (são mais ou menos 40% dos pacientes nas duas intervenções). Sebastian Arietti, 34 anos, vocalista da banda Inimigos da HP, é freqüentador diário de academia, mas nem a série de 500 abdominais deu fim à silhueta arredondada.

Recorreu à minilipo e diz que no dia seguinte já estava fazendo show. “Não tenho vergonha. Homem que fala que não se cuida é enrustido”, proclama.

Fonte: Revista VEJA

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